quinta-feira, 14 de maio de 2009

A vida que ninguém vê

"O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva."

Esse é um trecho do livro: A vida que ninguém vê, de Eliane Brum. A obra é uma reunião de crônicas-reportagens da autora, do tempo que ela escrevia para Zero Hora. Atualmente trabalha na revista Época, utilizando o gênero Jornalismo Literário.
Eliane Brum escreve com a vivacidade e a fúria dos grandes narradores. É a literatura da vida real.

Um comentário:

Iro. disse...

O mundo é sem graça e pragmático.
Vivemos a rotina como os outros, sonhamos como os outros e caímos na realidade como os outros.
Enxergar vida em todos os detalhes se faz extremamente necessário.
Tudo é questão de necessidade.